Grupo liderado por MC Ryan lavou dinheiro de 3 toneladas de cocaína, aponta PF

MC Ryan/Reprodução/Redes sociais
MC Ryan (Reprodução/Redes sociais)

De acordo com a PF, o grupo movimentou R$ 1,6 bilhão

A investigação da Polícia Federal (PF) apontou, nesta quarta-feira (15), que o grupo liderado pelo MC Ryan teria lavado o lucro proveniente do tráfico de três toneladas de cocaína.

De acordo com a PF, o grupo que movimentou R$ 1,6 bilhão, ocultava a origem criminosa dos recursos antes de destiná-los à aquisição de patrimônio de luxo, como joias e imóveis, encerrando o ciclo de lavagem de dinheiro na economia formal.

O cantor foi preso na manhã desta quarta em Bertioga, no litoral de São Paulo, e encaminhado para a sede da PF. Além de Ryan, também foram presos o MC Poze do Rodo e Raphael Souza, dono da “Choquei”, página que possui mais de 27 milhões de seguidores no Instagram.

Através de nota, a defesa de MC Ryan disse que não teve acesso ao procedimento que tramita sob sigilo, e por isso está impossibilitada de apresentar “manifestação específica” sobre os fatos.

A defesa do cantor também afirma que as transações financeiras dele possuem origem “devidamente comprovada”. “Todos os valores que transitam por suas contas possuem origem devidamente comprovada, sendo submetidos a rigoroso controle e ao regular recolhimento de tributos, o que sempre foi observado de maneira contínua e responsável”, finaliza a nota.

Natural de São Paulo, MC Ryan é considerado um dos principais nomes da nova geração de Funk. Ele ganhou projeção nacional a partir de 2021, com músicas que viralizaram nas redes sociais e acumulam milhões de reproduções nas plataformas digitais.

Diario de Pernambuco

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João Campos começou campanha ofensiva, com ataques diretos à gestão da governadora Raquel Lyra

Se os opositores diziam que a campanha eleitoral ao governo de Pernambuco havia sido antecipada e começado logo após as eleições municipais de 2024, agora não há a menor dúvida.

Dias depois de ter saído da Prefeitura do Recife e colocado o pé na estrada, o pré-candidato ao Palácio do Campo das Princesas pela Frente Popular, João Campos (PSB), empolgou-se com o que encontrou nas ruas das 16 cidades pernambucanas que visitou.

Longe de ser um desconhecido, não credita o resultado apenas à interação nas redes sociais. Confia que seja fruto dos cinco anos e três meses de gestão e dos avanços vivenciados em todas as áreas da capital.

Em entrevista à Rádio Folha, como fez nos últimos dias na Zona da Mata, no Agreste e no Sertão, não poupou ataques à governadora Raquel Lyra (PSD). Calcula que em quase 80% dos quatro anos de mandato só três (1,5%) das 250 creches prometidas foram entregues.

“Você tem uma insuficiência de gestão, uma insuficiência política, e quem paga essa conta são as pessoas”, alfinetou, deixando o tom mais ácido quando o assunto é saúde, educação, infraestrutura.

A conversa nem é mais de pré-candidato. É de candidato azeitado, pronto para o ataque. Em alguns momentos até parece já ter solução para os problemas do estado, que não são poucos. Reconhece.

Mas comenta que vem desenhando soluções a partir do relato de prefeitos, de líderes políticos e do povo que encontra nas ruas. Uma ferramenta digital será lançada em breve. Está no Recife esses dias em encontros e reuniões políticas. Já, já pega a estrada de volta.

Encontro reservado

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Justiça condena a Copergás a pagar R$ 50 mil de indenização por dano moral coletivo

Copergás/Foto: Cristiane Silva/Esp.DP
Copergás (Foto: Cristiane Silva/Esp.DP)

A Copergás, conforme o MPT-PE, apresentou problemas estruturais de segurança, vistoria do Corpo de Bombeiros vencida e chegou a adotar critérios subjetivos para não emitir a Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT)

A Companhia Pernambucana de Gás (Copergás) foi condenada pelo Ministério Público do Trabalho em Pernambuco (MPT-PE) a pagar indenização por dano moral coletivo de R$ 50 mil e terá que se adequar a uma série de obrigações estabelecidas no âmbito da saúde do meio ambiente do trabalho.

Entre elas estão a atualização das condições de segurança estrutural. O MPT-PE constatou irregularidades estruturais nas instalações da empresa, como escadas inadequadas, e Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) vencido.

Outro descumprimento que levou à condenação foi a adoção, conforme o MPT-PE, de critérios subjetivo para não emitir a Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT).

O documento é obrigatório na empresa em qualquer situação em que ocorra acidente de trabalho, ainda que não seja necessário afastamento do empregado.

Entre as justificativas apresentadas pela distribuidora de gás natural, estavam supostos fatores como “baixo potencial de risco” e “ausência de afastamento”.

CAT

A Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) tem objetivo de informar, à Previdência Social, a ocorrência de todo e qualquer acidente de trabalho sofrido por um empregado, seja o acidente típico, de trajeto, falecimento ou doença ocupacional.

Sua emissão é obrigatória e deve ser feita pela empresa empregadora, independentemente da necessidade de afastamento do empregado.

Segundo a Lei n.º 8213 de 1991, que dispõe sobre os Planos de Benefícios da Previdência Social, a CAT deve ser realizada até o primeiro dia útil seguinte ao dia do acidente.

Em caso de falecimento, a emissão deve ser imediata.

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Ex-presidente do BRB é preso em operação da PF

Ex-presidente do BRB é preso em operação da PF -  (crédito:  Ed Alves/CB/DA.Press)
Ex-presidente do BRB é preso em operação da PF – (crédito: Ed Alves/CB/DA.Press)

Polícia Federal deflagrou uma nova fase da operação Compliance Zero nesta quinta

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (16/4), uma nova fase da operação Compliance Zero. O ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa foi preso na ação. O advogado Cleber Lopes, que representa a defesa de Paulo Henrique, confirmou a operação ao Correio e disse que o mandado de prisão tem natureza processual, e não de responsabilidade penal. O executivo é suspeito de permitir negócios com o banco Master sem lastro.

Em depoimento prestado à PF em dezembro, Paulo Henrique Costa disse que “não tinha clareza” sobre o esquema de fraude do Banco Master e que os arquivos recebidos pelo Banco de Brasília não indicavam falta de saúde financeira da empresa.

Paulo Henrique foi demitido do cargo em novembro do ano passado. A operação da PF investiga um esquema de lavagem de dinheiro para o pagamento de vantagens indevidas que teriam sido destinadas a agentes públicos.

Policiais federais cumprem dois mandados de prisão preventiva e sete mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal, no Distrito Federal e em São Paulo.

Estão sendo investigados os crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, crimes financeiros e organização criminosa.

Por Aline Gouveia

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Ex-deputado é alvo de operação da Polícia Civil de Pernambuco

Uma parte dos bens apreendidos pela Polícia Civil na manhã desta quarta-feira (15)A Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) apreendeu, na manhã desta quarta-feira (15), um volume significativo de dinheiro em moedas internacionais (dólar americano, florim húngaro, dirham dos Emirados Árabes Unidos etc.) e barras de prata. A ação faz parte da Operação Draft, contra uma organização criminosa voltada à prática de lavagem de dinheiro, peculato e concussão.

De acordo com os delegados que comandaram a ação, o alvo é um ex-deputado da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), cujo nome e partido não foram revelados, e que teria contado com a participação de outro ex-parlamentar (identidade também não revelada), por conta de um esquema de desvio milionário de dinheiro.

Estão sendo cumpridos oito mandados de busca e apreensão domiciliar no Recife, em Jaboatão dos Guararapes e em Olinda, na região metropolitana. Todos alvos são ou foram agentes públicos e atuaram com esse parlamentar de 2015 a 2024, período em que os desvios teriam sido realizados. Também foi decretada indisponibilidade dos bens dos investigados, expedida pela Diretoria Criminal do 2º grau, órgão especial do Tribunal de Justiça de Pernambuco.

O total de dinheiro desviado, segundo a PCPE, ultrapassa R$ 2,8 milhões, podendo chegar a R$ 6 milhões. O alvo principal, um ex-deputado estadual, segundo a polícia, que terminou o segundo mandato em 2022.

De acordo com a PCPE, as investigações da organização criminosa foram iniciadas em dezembro de 2023. No cumprimento dos mandados da operação de hoje estão sendo empregados 60 policiais civis, entre delegados, agentes e escrivães, sob a presidência do Delegado Juliano de Medeiros Ferronato, Titular da 1ª Delegacia de Combate ao Crime Organizado (1ª DECCOR), unidade integrante do Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (DRACCO).

“As investigações foram assessoradas pela Diretoria de Inteligência da Polícia Civil de Pernambuco – DINTEL, pelo Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro – LAB/LD, contando ainda com o apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público – GAECO/MPPE e da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas – RENORCRIM”, diz um trecho da nota divulgada pela PCPE.

Por Blog da Folha

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Escala 6×1: entenda as diferenças entre os textos do Congresso e governo

CCJ (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania) da Câmara dos Deputados adiou a análise das duas PECs (Propostas de Emenda à Constituição) da Escala 6×1 que tramitam hoje na Casa, após um pedido de vista coletiva nesta quarta-feira (15).

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Governadora Raquel Lyra destaca chegada da empresa AeC a Caruaru com geração de mil novos empregos no Agreste

Instalação da empresa de tecnologia no município foi articulada pela Adepe e prevê investimento inicial de R$ 9 milhões

A governadora Raquel Lyra assinou, nesta quarta-feira (15), um protocolo de intenções para a chegada da empresa AeC ao município de Caruaru, no Agreste Central, com a previsão de geração de mil empregos diretos. A iniciativa, viabilizada por meio da articulação da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe), prevê um investimento inicial de R$ 9 milhões e reforça a estratégia estadual de descentralização das oportunidades e fortalecimento da economia no interior.

Até o momento, o projeto em Caruaru já gerou 250 vagas de empregos diretos, e outras 350 pessoas estão em fase de seleção. Interessados podem se inscrever através do link: https://sou.aec.com.br. “A AeC tem mais de 60 mil pessoas trabalhando no Brasil e agora chega a Caruaru, gerando mil empregos diretos. É trabalho chegando perto de casa, oportunidade para quem busca o primeiro emprego e também para quem quer voltar ao mercado. Pernambuco está de portas abertas para quem quer investir, gerar renda e ajudar a transformar a vida da nossa gente”, declarou a governadora Raquel Lyra.

O protocolo foi assinado com a presença de diretores e acionistas da empresa. A nova unidade operacional da AeC, uma das líderes nacionais em tecnologia e gestão de relacionamento com clientes, deve iniciar suas atividades até o fim de 2026, ampliando a presença do setor de serviços e tecnologia fora da Região Metropolitana do Recife e consolidando o Agreste como polo de desenvolvimento.

Com mais de três décadas de atuação no Brasil, a AeC é reconhecida pelo impacto social, especialmente na geração do primeiro emprego e na promoção da diversidade e planeja expandir os negócios pelo Sertão do Estado. “Estamos muito felizes de chegar em Pernambuco, estamos sendo recebidos de portas abertas pelo Governo do Estado e pela prefeitura de Caruaru, que foi escolhida pela sua população e pela infraestrutura. Acredito que vamos ter um grande sucesso aqui e temos vontade de ir ainda mais para o interior, gerando oportunidades”, explicou o fundador da companhia, Antônio Guilherme Noronha.

Segundo a secretária de Desenvolvimento Econômico, Danielle Jar Souto, a chegada da AeC em Caruaru integra a política da gestão de atração de investimentos estratégicos, com foco na geração de emprego e renda, para além da Região Metropolitana. “É necessário para que aconteça a interiorização da nossa economia. Isso vai potencializar mais de mil empregos e vai aumentar consideravelmente a possibilidade das pessoas que moram nessa região terem acesso ao primeiro emprego, a dignidade, carteira assinada, que é o sonho de todas as pessoas que estão no mercado de trabalho”, afirmou a titular da pasta.

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TSE elege Nunes Marques presidente da Corte; Mendonça será vice

 Ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF)/Ton Molina/STF
Ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF) (Ton Molina/STF)

Votação simbólica será nesta terça-feira (14), às 19h

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) realiza nesta terça-feira (14), às 19h, uma votação simbólica para eleger o ministro Nunes Marques para o cargo de presidente da Corte eleitoral.

Atualmente, Marques é o vice-presidente do tribunal e vai assumir o comando do TSE após o fim do mandato da atual presidente, ministra Cármen Lúcia, que completará período de dois anos à frente do tribunal no final do mês de maio. O vice-presidente será o ministro André Mendonça.

A data da posse ainda não foi definida.

A votação será simbólica porque a escolha do comando do tribunal é feita por antiguidade entre os ministros que também compõem o Supremo Tribunal Federal (STF).

Diante da proximidade do período eleitoral, a ministra Cármen Lúcia decidiu antecipar sua saída do tribunal para permitir que a transição de gestão possa ser iniciada.

Ao deixar a presidência do TSE, a ministra poderia continuar em atuação na Corte até o mês de agosto. Contudo, ela já sinalizou que pretende deixar o tribunal para se dedicar exclusivamente às atividades no Supremo.

Dessa forma, o ministro Dias Toffoli vai assumir uma vaga de efetivo no TSE.

Perfil

Natural de Teresina (PI), Kassio Nunes Marques tem 53 anos e foi indicado ao Supremo, em 2020, pelo ex-presidente Jair Bolsonaro para ocupar a vaga deixada pelo ministro aposentado Celso de Mello. Antes de chegar ao Supremo, atuou como desembargador do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, sediado em Brasília. Foi advogado por cerca de 15 anos e juiz do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Piauí.

Composição

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Sem acordo, governo de Pernambuco envia projeto para suplementar verba do TJPE

Palácio do Campo das Princesas, sede do governo de Pernambuco/Foto: Janaína Pepeu/Secom
Palácio do Campo das Princesas, sede do governo de Pernambuco (Foto: Janaína Pepeu/Secom)

Proposta enviada à Alepe busca garantir recursos para o Tribunal de Justiça enquanto governo e deputados não chegam a um acordo sobre o orçamento de 2026

A governadora Raquel Lyra (PSD) encaminhou à Assembleia Legislativa (Alepe), nesta segunda-feira (13), o Projeto de Lei que autoriza um crédito suplementar no valor de R$ 155,2 milhões para o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE). O pedido ocorre em meio ao travamento da Lei Orçamentária Anual (LOA), que ainda não tem uma porcentagem de remanejamento definida.

Segundo o governo, o PL segue uma regra prevista na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026 sobre a abertura de créditos para os Poderes Legislativo e Judiciário, o Ministério Público, o Tribunal de Contas e a Defensoria Pública do Estado.

O parágrafo 9 do artigo 32 da LDO diz que “somente por lei poderão ser abertos créditos adicionais em favor dos Poderes e Órgãos referidos no caput (texto principal) quando a fonte de recurso for oriunda do Poder Executivo”, menciona a nota oficial do Executivo.

“Esse projeto de lei independe da discussão da Lei Orçamentária Anual (LOA). Na LDO, que traz as regras de execução da LOA, toda a suplementação do Poder Executivo para outros poderes tem que ser realizada por meio de lei. Ou seja, o governo só está cumprindo a regra da Lei de Diretrizes Orçamentárias aprovada pela própria Assembleia”, disse o secretário de Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Regional, Fabrício Marques.

Neste cenário, o pedido de crédito suplementar para o TJPE seria uma alternativa de Raquel para garantir o funcionamento de áreas consideradas essenciais, mesmo com o orçamento travado.

Entenda a LOA

O governo defende um limite de 20% de remanejamento, mas a Comissão de Finanças da Alepe aprovou 10% por órgão. A governadora vetou a mudança e enviou uma nova proposta, que acabou rejeitada no colegiado. Sem acordo, o Executivo segue sem margem para remanejar recursos.

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Protesto com barricada em chamas fecha trecho da BR-101, no Barro, no Recife

Barricada em chamas foi colocada na BR-101/PRF
Barricada em chamas foi colocada na BR-101 (PRF )

Imagens divulgadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) mostram o trecho da rodovia interditado com pneus e madeiras em chamas, no quilômetro 72, nesta terça (14).

Um protesto fechou a BR-10, na manhã desta terça (14), no Barro, na Zona Oeste do Recife. Por volta das 7h50, o trecho foi liberado.

Imagens divulgadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) mostram a rodovia interditada com pneus e madeiras em chamas, no quilômetro 72.

Há informações preliminares de que o movimento foi realizado por um motorista de aplicativo.

Os bombeiros informaram que foram acionados para a ocorrência, no sentido Recife/Paulista, enviando uma viatura para o local.

A PM também enviou equipes para a área da manifestação.

Por volta das 8h30, a PRF informou que a pista foi liberada.

Diario de Pernambuco

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