Situação dos Correios piora e prejuízo da estatal chega a R$ 6 bi até setembro

Correios - Até junho, a empresa havia registrado prejuízo acumulado de R$ 4,3 bilhões no primeiro semestre de 2025
Foto: Júnior Soares/Folha de Pernambuco

De acordo com comunicado interno, no terceiro trimestre, a empresa teve nova redução de receitas e aumento nas despesas operacionais

Os Correios registraram prejuízo de R$ 6 bilhões até o terceiro trimestre deste ano. O resultado até setembro ainda não foi divulgado para o público, mas foi aprovado pelo Conselho de Administração da empresa na tarde desta sexta-feira. A previsão é que o resultado completo seja anunciado ainda hoje.

De acordo com comunicado interno, no terceiro trimestre, a empresa teve nova redução de receitas e aumento nas despesas operacionais, além de maior exigência na gestão de obrigações judiciais e trabalhistas.

Até junho, a empresa havia registrado prejuízo acumulado de R$ 4,3 bilhões no primeiro semestre de 2025. Apenas no segundo trimestre, entre abril e junho, o resultado negativo atingiu R$ 2,6 bilhões, quase cinco vezes o registrado em igual período do ano anterior, de R$ 553,1 milhões. O fluxo de caixa mensal é negativo em cerca de R$ 750 milhões.

Como mostrou o Globo, estimativas internas apontam para um resultado negativo de R$ 10 bilhões este ano e R$ 23 bilhões em 2026, se não houver avanços no plano de reestruturação da empresa.

Os Correios esperam concluir nos próximos dias as negociações do empréstimo. Diante das altas taxas cobradas pelos bancos em uma primeira rodada de conversas, a empresa mudou a estratégia e agora tenta captar o máximo de recursos com juros mais próximos de 120% do CDI, teto geralmente considerado em operações com garantia da União.

No curto prazo, a cúpula da estatal espera ao menos R$ 10 bilhões para reequilibrar as contas e colocar de pé as primeiras medidas do plano de reestruturação.

Por Agência O Globo

13º salário: primeira parcela deve ser paga até esta sexta-feira (28)

13º salário: primeira parcela deve ser paga até esta sexta-feira (28)
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Valor é calculado pela soma de metade do salário bruto com a média dos adicionais, sem descontos de contribuições devidas ao INSS e Imposto de Renda IR

Os empregadores têm até esta sexta-feira, 28, para fazer o pagamento da primeira parcela do 13º salário aos trabalhadores com carteira assinada. O valor é calculado pela soma de metade do salário bruto com a média dos adicionais, sem descontos de contribuições devidas ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e Imposto de Renda (IR).

Benefício foi instituído em 1962
Chamado oficialmente de “Gratificação de Natal para os Trabalhadores”, o benefício foi instituído pela Lei Nº 4.090 de 1962 e garante que todos os trabalhadores com carteira assinada tenham direito a um salário extra no final do ano.

Por lei, a primeira parcela do 13º deve ser paga entre o dia 1º de fevereiro e o dia 30 de novembro. No entanto, neste ano, a data limite cai em um domingo, dia da semana em que não há compensação bancária, o que faz com que os empregadores tenham que antecipar os depósitos para o dia útil anterior – no caso, esta sexta-feira.

Para quem trabalhou menos de 12 meses, o valor pago é proporcional ao tempo de serviço – mas é preciso estar atento porque, para que o mês seja contabilizado, é necessário que o funcionário tenha ao menos 15 dias trabalhados no período.

Pagamento da segunda parcela
Enquanto a primeira parcela corresponde a 50% do valor bruto ao qual o trabalhador tem direito, a segunda parcela sofre os descontos do INSS e do IR. Ela pode ser depositada até 20 de dezembro – que, neste ano, cai em um sábado, o que fará com que a data limite do pagamento seja antecipada para a sexta-feira, 19 de dezembro.

A lei prevê que o empregador não precisa pagar o benefício para todos os funcionários no mesmo mês, desde que respeite as datas limites. Caso seja demitido sem justa causa, o trabalhador também tem direito a receber o valor proporcional aos meses trabalhados.

Como calcular o valor do 13º salário?
Para calcular quanto vai receber na primeira parcela, o trabalhador precisa verificar seu salário bruto mensal. Essa informação está disponível na Carteira de Trabalho Digital. Depois, basta dividir esse valor por 12 e, então, multiplicá-lo pela quantidade de meses trabalhados.

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Lei que amplia isenção do Imposto de Renda será sancionada por Lula

Real Moeda brasileira, dinheiro
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Mais de 15 milhões de brasileiros deixarão de pagar IRPF

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva irá sancionar nesta quarta-feira (26) a lei que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda Pessoa Física para quem ganha até R$ 5 mil por mês e estabelece descontos para rendas de até R$ 7.350 mensais. 

Segundo o governo, cerca de 15 milhões de brasileiros vão deixar de pagar imposto de renda com a nova lei. A legislação também aumenta a taxação de altas rendas, a partir de R$ 600 mil anuais.

O evento será realizado no Palácio do Planalto, às 10h30. A equipe técnica do Ministério da Fazenda irá detalhar a medida para a imprensa.

Mudanças 

Encaminhado pelo governo federal em março ao Congresso Nacional, o texto da lei foi aprovado em outubro pela Câmara dos Deputados e no início do mês pelo Senado. 

Atualmente, a isenção do IR alcança apenas quem ganha até R$ 3.076 (dois salários mínimos). A nova legislação isentará, a partir de janeiro do ano que vem, o imposto de renda sobre rendimentos mensais de até R$ 5 mil para pessoas físicas.

Para quem ganha entre R$ 5.000,01 e R$ 7.350, haverá uma redução parcial dos valores a serem pagos – quanto menos ganhar, maior a redução.

Os contribuintes com rendimentos acima de R$ 7.350 não serão contemplados pela medida.

Para compensar a perda de arrecadação com a isenção, o projeto prevê uma alíquota extra progressiva de até 10% para aqueles que recebem mais de R$ 600 mil por ano, o equivalente a R$ 50 mil por mês. O texto também estabelece a tributação para lucros e dividendos remetidos para o exterior com alíquota de 10%.

Agência Brasil

MDS investe R$ 94 milhões na primeira fase do Gás do Povo. Wellington Dias participa do início das entregas em São Paulo

Governo do Brasil começa entrega direta de botijões em dez capitais. Nesta etapa, programa deve atender cerca de 1 milhão de famílias e estruturar caminho para alcançar mais de 15 milhões de lares até março de 2026

O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) investe, aproximadamente, R$ 94 milhões na primeira fase da operação nacional do programa Gás do Povo. São dez capitais do Brasil contempladas na etapa que começou nesta segunda-feira (24.11). A iniciativa garante a recarga gratuita do botijão de gás de cozinha (GLP 13 kg) para famílias em situação de vulnerabilidade social.

Cerca de 1 milhão de famílias vão receber gás de cozinha gratuitamente nas dez capitais contempladas na primeira fase da operação. São elas, em ordem de número de famílias atendidas: São Paulo (323 mil famílias), Salvador (170,6 mil), Fortaleza (122,4 mil), Recife (101 mil), Belém (92,8 mil), Belo Horizonte (52 mil), Goiânia (42,5 mil), Teresina (37 mil), Natal (30,5 mil) e Porto Alegre (24 mil famílias).

O ministro Wellington Dias esteve em uma revendedora na Vila Joaniza, Zona Sul de São Paulo (SP), para conferir o início da execução do programa na maior cidade do país. “É uma política que, além de social, é econômica, como a gente ouviu aqui. O dinheiro circula em todo o Brasil, com uma riqueza que é do Brasil, mas também é uma política ambiental.Menos queima de lenha, menos queima de árvores. Tem tudo a ver com a COP30, que o Brasil acaba de sediar”, detalhou o titular do MDS.

As famílias são selecionadas pelo MDS e devem estar inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), ter renda per capita de até meio salário mínimo e cadastro atualizado há pelo menos 24 meses. Quem já recebe o Bolsa Família tem prioridade.

A operação marca o início da expansão do programa, que pretende alcançar mais de 15 milhões de famílias até março de 2026. Com isso, o Gás do Povo consolida-se como uma das maiores políticas públicas do país voltadas ao combate à fome, à pobreza energética e aos riscos associados ao uso de fontes inadequadas para cozinhar.

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IBGE vai contratar mais de 400 pessoas em Pernambuco

Fachada do IBGE/Divulgação/IBGE
Fachada do IBGE (Divulgação/IBGE)

O Instituto vai realizar uma seleção simplificada para agentes de pesquisa e supervisores de coleta e qualidade, com salários a partir de R$ 2.676

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) abriu inscrições para a seleção simplificada que vai contratar, temporariamente, 402 pessoas em Pernambuco. Os contratos serão válidos por até três anos.

Em todo o país, são 9.590 vagas distribuídas entre Agentes de Pesquisas e Mapeamento (APM) e Supervisores de Coleta e Qualidade (SCQ). As inscrições começaram no último dia 19 de novembro e seguem até 11 de dezembro de 2025, exclusivamente pelo site da FGV, responsável pela organização do certame. O edital para APM está aqui e o de SCQ, aqui.

Para o estado, a seleção oferece 362 vagas para APM e 40 para SCQ, distribuídas em diversos municípios, e com divisão entre Ampla Concorrência (AC), Pessoas Pretas ou Pardas (PPP), Pessoas Indígenas (PI), Pessoas Quilombolas (PQ) e Pessoas com Deficiência (PcD).

Recife concentra o maior número total, com 138 vagas para APM e 20 para SCQ. Para APM, exige-se nível médio, enquanto para SCQ é necessário nível médio e CNH categoria B válida.

As provas objetivas serão aplicadas em 22 de fevereiro de 2026, em dois turnos, permitindo que os candidatos concorram aos dois cargos no mesmo dia. Além da remuneração, os aprovados terão benefícios como auxílio-alimentação de R$ 1.175, auxílio-transporte, férias e 13º proporcionais.

Com salários atrativos de R$ 2.676,24 para APM e R$ 3.379,00 para SCQ, e benefícios adicionais, os editais das vagas temporárias do IBGE devem ser acessados

Diario de Pernambuco

Pais devem ficar atentos a práticas abusivas na mensalidade e na lista de material escolar

Solicitar materiais produtos de uso coletivo, como resmas de papel A4, tintas, materiais de limpeza e papel higiênico na lista de material escolar é uma prática abusiva /Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
Solicitar materiais produtos de uso coletivo, como resmas de papel A4, tintas, materiais de limpeza e papel higiênico na lista de material escolar é uma prática abusiva (Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil)

Qualquer prática abusiva por parte das instituições de ensino deve ser denunciada ao Procon

O secretário executivo de Justiça e Promoção dos Direitos do Consumidor do Procon-PE, Anselmo Araújo, alerta que os pais devem ficar atentos e buscar denunciar a escola em caso de qualquer prática abusiva durante o período de renovação de matrículas. Entre as principais violações, ele alerta que é proibido que as escolas aumentem os valores das mensalidades ainda durante o período do ano letivo.

“As escolas têm até o final de novembro para apresentar os valores das mensalidades para o ano todo. Esse é o valor dos serviços educacionais para os 12 meses, dividido em 12 parcelas”, explica.

Ele destaca que, no ato da assinatura do contrato, os pais já ficam cientes do valor da mensalidade que será cobrado ao longo dos meses.

Araújo detalha também que se o aluno já faz parte daquela instituição, a escola não pode cobrar uma taxa de reserva de matrícula para garantir a permanência daquele estudante na instituição. “Essa taxa deve ser cobrada apenas daqueles alunos novatos e deve ser abatida na primeira mensalidade do ano letivo”, afirma.

Outra prática abusiva, segundo ele, é quando a escola pede na lista de materiais de uso coletivo, como resmas de papel A4, tintas, materiais de limpeza e papel higiênico. “Essas despesas devem ser listadas na planilha de custos da escola, quando ela apresenta o valor da sua mensalidade”, orienta.

Como denunciar?

Diante de qualquer prática abusiva no período de matrículas escolares, os pais devem apresentar a sua denúncia ao Procon-PE por meio do e-mail: denuncia@procon.pe.gov.br.

Araújo orienta que pais devem reunir todos os documentos que comprovem as situações relatadas. “Se for algum material indevido, os pais devem apresentar a lista de material emitida pela escola. Se for alguma cobrança de taxa abusiva, normalmente, esse valor é estabelecido em algum local. Quanto mais documentos forem reunidos, mais a denúncia ficará fortalecida. Isso facilita o trabalho da fiscalização, que irá notificar aquela escola”, disse. Ainda de acordo com ele, caso as práticas sejam constatadas pelo Procon, a escola poderá sofrer penalidades de multa, que deve variar de acordo com o prejuízo aos consumidores e se é um caso de reincidência ou não.

Por Thatiany Lucena

Orçamento no limite trava fila do Bolsa Família

cartaz Bolsa Família

O Orçamento do Bolsa Família está no limite. Não há mais recursos para expandir o programa. A fila de famílias que cumprem os requisitos esperando para receber o auxílio sobe há 5 meses e chegou em novembro de 2025 a O Orçamento do Bolsa Família está no limite. Não há mais recursos para expandir o programa. A fila de famílias que cumprem os requisitos esperando para receber o auxílio sobe há 5 meses e chegou em novembro de 2025 a 987,6 mil.

Assista reportagem em vídeo que detalha esse caso:

O painel Siga Brasil, do Senado, mostra que o Bolsa Família consumiu R$ 146,5 bilhões de janeiro a novembro de 2025. O Orçamento autorizado para o ano é de R$ 158,6 bilhões. Sobraram R$ 12,1 bilhões para os pagamentos de dezembro. O problema é que, para chegar a esse valor, serão necessários mais cortes no programa. Isso porque em novembro foram gastos R$ 12,7 bilhões para fechar a folha de pagamentos, cerca de R$ 600 milhões a mais do que o governo tem para o próximo mês.

Poder360

Trump reduz tarifas sobre carne bovina, tomates, bananas e café

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump / AFP
Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump ( AFP)

Decreto foi firmado nesta sexta-feira (14)

O presidente Donald Trump assinou um decreto, nesta sexta-feira (14), para reduzir as tarifas dos Estados Unidos sobre importações agrícolas, como de carne bovina, bananas, café e tomates, em um momento de pressão sobre o governo para diminuir o custo de vida para os americanos.

O decreto presidencial determina que alguns produtos agrícolas ficarão isentos das tarifas “recíprocas” impostas este ano, após analisar questões como a capacidade de produção nacional de certos itens nos Estados Unidos.

Trump emitiu em 2 de abril um decreto que modificou substancialmente a política comercial americana, ao impor tarifas aduaneiras mínimas de 10%, pois – em sua opinião – o déficit comercial constituía “uma ameaça incomum e extraordinária para a segurança nacional e a economia dos Estados Unidos”, lembrou a Casa Branca em um comunicado

A essa tarifa mínima foram adicionadas sobretaxas específicas a países e produtos.

O Tesouro americano começou a fazer arrecadações substanciais, mas ao mesmo tempo, a inflação tem ganhado impulso no país.

Após uma primeira revisão em 5 de setembro, Trump agora considera que “a demanda interna atual de certos produtos e a capacidade interna para produzir certos produtos” obriga voltar a reduzir as tarifas.

Pesquisas mostram que o custo de vida é mencionado pelos americanos como uma de suas principais preocupações.

Na quinta-feira, o chanceler Mauro Vieira disse, após se reunir com seu homólogo americano, Marco Rubio, que Brasil e Estados Unidos estão avançando em um acordo provisório para desbloquear as relações bilaterais. O encontro aconteceu às margens da cúpula do G7, no Canadá.

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Correios vivem corrida contra o tempo para levantar R$ 10 bi e planejam demissão de 10 mil

Fachada dos Correios
Fachada dos Correios – Foto: Júnior Soares/Folha de Pernambuco

Chegada do empréstimo também é fundamental para colocar de pé as iniciativas de saneamento das despesas da empresa

Imersos em dificuldades financeiras, os Correios correm contra o tempo para levantar ao menos R$ 10 bilhões em 15 dias. Os recursos são necessários para equilibrar as contas e recuperar a capacidade operacional para conseguir se salvar de um cenário que pode se tornar ainda mais catastrófico. A expectativa da direção da empresa estatal é obter o valor via empréstimo, com garantia da União, até o fim do mês.

O montante corresponde à metade dos R$ 20 bilhões que a estatal almejava inicialmente, mas ela foi forçada a rever a estratégia diante do alto custo cobrado pelos bancos na primeira rodada de negociações da empresa comandada por Emmanoel Rondon.

A chegada do empréstimo também é fundamental para colocar de pé as iniciativas de saneamento das despesas dos Correios. O principal foco é a redução de gastos com pessoal. A ideia é propor um Programa de Demissão Voluntária (PDV) para alcançar 10 mil funcionários. Isso, porém, tem um custo.

No último PDV, de um público potencial de 8 mil funcionários que manifestou interesse em se desligar da empresa, apenas 3,6 mil fizeram a adesão.

A avaliação na atual direção da empresa é que, desta vez, será necessário oferecer condições para chegar à meta de 10 mil desligamentos. A ideia é convencer esses trabalhadores de que será vantajoso deixar a empresa com o PDV. A meta é reduzir a folha salarial em R$ 2 bilhões por ano.

O objetivo agora é conseguir o máximo de recursos emprestados, mas com custo financeiro de até 120% do CDI (que segue a taxa Selic), limite normalmente considerado em operações com garantia da União. A estatal enviou a proposta para um grupo de cerca de dez bancos e espera a resposta até o fim do mês.

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Famílias poderão comprar imóveis de até R$ 275 mil em 2026

As famílias com renda mensal de até R$ 4,7 mil poderão, a partir de 2026, comprar imóveis de até R$ 275 mil, financiados pelo programa Minha Casa, Minha Vida.

O aumento do valor máximo de imóveis do programa habitacional do governo federal foi aprovado nesta terça-feira pelo Conselho Curador do FGTS, o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço.

Na mesma reunião, o Conselho aprovou o orçamento financeiro, operacional e econômico do FGTS para o próximo ano, no valor de R$ 160,2 bilhões, um aumento de 5,4% em relação ao orçamento de 2025.

Do total previsto para 2026, R$ 144,5 bilhões serão destinados à habitação, sendo R$ 125 bilhões voltados a moradias populares. Os setores de saneamento básico e infraestrutura urbana receberão R$ 8 bilhões cada. Já os subsídios a famílias de baixa renda terão R$ 12,5 bilhões em recursos, valor superior aos R$ 12 bilhões previstos este ano.

Ao todo, 263 municípios serão beneficiados pela atualização dos valores.

De acordo com o Conselho Curador, o aumento permitirá ampliar o subsídio para famílias da Região Norte, que poderão receber até R$ 65 mil na compra da casa própria com recursos do FGTS a partir de 2026.

Presidida pelo ministro do Trabalho, Luiz Marinho, a reunião também aprovou os orçamentos plurianuais do Fundo para o período de 2027 a 2029. A previsão é de R$ 144,5 bilhões para 2027 e R$ 139,5 bilhões para 2028 e 2029.

Cristiane Ribeiro – Repórter da Rádio Nacional